Softwares de gestão financeira em épocas de crise • bhbit | Soluções para o Terceiro Setor

Softwares de gestão financeira em épocas de crise

Tecnologia

jun 24
software de gestão financeira

Existem softwares que possam auxiliar as Organizações Sociais?

A crise financeira que agride a economia brasileira traz à tona a necessidade de redobrarmos a atenção com o gerenciamento financeiro, inclusive no terceiro setor. As entidades sociais surgiram para completar uma lacuna que existia entre o primeiro setor (governo) e o segundo setor (mercado), nascendo com a proposta de ser um mecanismo para redistribuir as riquezas e promover maior igualdade social. Contudo, para que isso aconteça de forma eficiente, o terceiro setor precisa unir princípios privados e públicos, gerando um novo formato de gestão de recursos humanos e financeiros.

Uma gestão deficitária destas entidades pode trazer sérios prejuízos para a sociedade como um todo, já que ela tem necessidade do trabalho realizado por essas organizações que não geram lucro, que incluem entidades filantrópicas, ONGs (Organizações Não Governamentais), OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público), organizações sem fins lucrativos, além de outras formas de associações civis sem fins lucrativos.

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INFORME

6 MOTIVOS PARA DIZER ADEUS AO GERENCIAMENTO FINANCEIRO COM PLANILHAS

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O terceiro setor inclui as entidades de iniciativa de pessoas físicas, que contam com uma finalidade de utilidade pública e possuem sua origem na sociedade civil, com o objetivo de contribuir com os seres humanos, meio ambiente, animais e muitos outros setores.

A necessidade destas iniciativas existirem aumenta ainda mais quando o mundo todo se depara com uma situação de crise econômica, vivenciada desde 2008. No Brasil, o cenário é ainda mais alarmante e exige de todos os setores uma inovação na forma de gerenciar pessoas, de fazer o controle financeiro, de pensar a administração e a mercadologia e cuidar dos recursos materiais.

Os desafios do gerenciamento financeiro para o terceiro setor

As entidades beneficentes mobilizam um grande número de recursos em suas atividades para contribuir com a sociedade e, por isso, sua gestão financeira deve ser tratada com grande seriedade, pensando em todas as etapas administrativas com o mesmo cuidado observado nas empresas privadas.

Mas, por contar com verbas que vêm de diferentes empresas e do governo, a gestão financeira das entidades, incluindo o controle do fluxo de caixa, pode se tornar extremamente trabalhosa. Um gerenciamento financeiro mal feito é extremamente prejudicial para o terceiro setor, uma vez que pode gerar um fluxo de caixa negativo, trazendo uma imagem ruim para a sociedade que necessita dos serviços oferecidos por esta entidade, gerando também a falta de credibilidade para os financiadores daquele projeto.

Uma entidade do terceiro setor que não consegue apoiar a sociedade e não possuiu credibilidade para ser financiada pelas empresas, não consegue sobreviver.

A tecnologia como resposta aos desafios administrativos

Uma solução encontrada por grande parte das entidades do terceiro setor é utilizar a tecnologia para contribuir com a gestão de seus recursos, sejam eles financeiros, mercadológicos, materiais, humanos ou administrativos. Softwares customizados fazem com que as entidades tenham todas as suas necessidades gerenciais alcançadas, inclusive as mais específicas.

Por reunir características do primeiro setor, que inclui iniciativas do governo, e do segundo setor, composta pelo mercado e suas inúmeras possibilidades, o terceiro setor possuiu diversas necessidades extremamente importantes, com estruturas administrativas complexas e desempenho difícil de ser monitorado, uma vez que não visam lucro. Justamente por não ter esse resultado financeiro, a administração das entidades torna-se complicada, o que dificulta também a manutenção de um balanço periódico com resultados claros.

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Balanço financeiro e social do terceiro setor

Qualquer organização precisa ter seu funcionamento e resultados divulgados de forma transparente, mas as entidades do terceiro setor, por dependerem de investimentos para custear suas atividades, têm um papel fundamental de garantir que todas estas informações estejam muito bem organizadas e com objetivos claros. A administração de uma entidade filantrópica precisa de uma abordagem estratégica.

Informações como as receitas e despesas são importantes para que a entidade consiga fechar, em determinado período pré-estabelecido, o balanço financeiro e social, contendo de forma clara e honesta todos os resultados alcançados pela entidade.

Peter Drucker, considerado o “pai da administração moderna” afirmou que a gestão de uma instituição sem fins lucrativos deve ser baseada na informação. Isso é importante, uma vez que os recursos das entidades sociais provêm de doações, sejam elas de empresas, pessoas físicas ou parcerias com outras instituições, que podem tanto ser privadas como públicas.

No balanço financeiro e social que deve ser realizado pelo terceiro setor e apresentado à sociedade e financiadores, deverão ser colocadas todas as informações referentes ao que está sendo realizado com o dinheiro que é aplicado na instituição. Para que esse controle exista, as demonstrações de receitas, despesas e saldo da entidade devem estar organizadas de forma consolidada e completa.

O controle precisa ser feito não somente nos recursos financeiros que entram na entidade, mas também nas contas a pagar, já que essas informações são necessárias para as tomadas de decisões estratégicas.

Software customizado para necessidades específicas

A empresa BHBIT lançou o software Economato, especialmente criado para as entidades do terceiro setor, o que possibilita uma gestão financeira de forma eficaz e de fácil visualização, contendo todas as particularidades envolvidas nas entidades sem fins lucrativos.

As organizações que possuem mais de uma unidade também poderão contar com o software para fazer sua administração financeira, que, neste caso, torna-se ainda mais complexa e exige o auxílio da tecnologia.

As informações são disponibilizadas com total clareza, permitindo uma transparência nas demonstrações financeiras. A gestão financeira, quando tratada com modernidade e arrojamento, como é o caso de um software específico, pode fluir de maneira simples, garantindo um balanço financeiro ágil.

Esta organização não só possibilitará a longevidade da entidade e a manutenção das atividades desenvolvidas por ela, mas também garantirá as informações necessárias para que seja possível manter um fluxo de caixa positivo, inclusive nos momentos de crise em que se tornam mais escassos os recursos financeiros destinados a essas instituições.

Os desafios existem, especialmente quando uma crise financeira assombra o Brasil e não apresenta vestígios de um fim, mas com organização financeira, as tão importantes entidades sociais poderão garantir sua existência e cumprir seus papéis junto à sociedade.

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